Ficou muito conhecido a partir do momento em que Kim Kardashian publicou uma fotografia sua coberta de sangue a fazer o tratamento. Mas afinal o que é o PRP? E será tão dramático como aparenta nas imagens?

MG_PRP_Treatment

Não e sim. Doloroso não é porque antes do tratamento o paciente é anestesiado localmente com um creme. Além de que as picadas são muito superficiais. Mais, o efeito de gotas de sangue que se vê nas fotografias geralmente partilhadas é o resultado de uma técnica que se chama nappage que, traduzido para leigos, é uma técnica em que se efetua aplicações intradérmicas, que em termos de sensação é o equivalente a pequenas bicadas.

O tratamento é um rejuvenescimento fisiológico da pele que começa pela estimulação dos fibroblastos (as células encarregadas de formar colagénio e elastina). E uma das suas vantagens é que uma vez que o plasma é extraído do paciente não existe risco de rejeição, alergias ou contágio de doenças. De modo que é um tratamento natural e fisiológico que utiliza as nossas próprias proteínas, selecionadas e concentradas, para reparar os danos causados.

Ao décimo dia do tratamento ocorre a neoangiogenesis que promove a produção de novos vasos sanguíneos ao nível da derme.

O PRP é um cocktail de Plasma Rico em Plaquetas ao qual se adiciona vitaminas, aminoácidos, oligoelementos e ácido hilauronico em forma de monômero, este último aqui com funções de estimulação de colagéneo.

Uma vez preparado, justamente antes de começar o tratamento, faz-se a ativação das plaquetas. Ao fim de duas horas no organismo as plaquetas vão abrir na derme e soltar os fatores de crescimento epidérmico, dando início ao ciclo de regeneração fisiológica da pele.

Após o tratamento há uma luminosidade imediata na pele, mas passados 25 dias a pele cumpriu o seu ciclo de regeneração e o efeito é resplandecente. Se gostei? Adorei!

Artigo de opinião por Marta Gonzaga. Para mais informações leia aqui: Método Kayros